O conceito de cobertura ajardinada remonta aos séculos VII e VIII A.C., sendo disso exemplo os Jardins Suspensos da Babilónia. Posteriormente, também as civilizações romanas e nórdicas desenvolveram este conceito nos seus edifícios. Todavia, foi apenas no século XX, com o aparecimento das coberturas planas cujo sistema construtivo possibilitava cargas maiores, que este conceito de desenvolveu e expandiu. Além das questões ambientais, as coberturas desempenham um papel fundamental na eficiência energética e na gestão das águas pluviais. Hoje, são já soluções construtivas obrigatórias, ou com grandes incentivos fiscais, em diversas cidades como: Copenhaga, Singapura, Paris, Londres, Buenos Aires ou Curitiba.
Devemos assim perceber, como estas coberturas devem ser projetadas e instaladas de forma segura para o edifício, possibilitando o desenvolvimento dos ecossistemas. É ainda fundamental desmistificar as ideias pré-concebidas e avançar, também em Portugal, para cidades mais resilientes e sustentáveis.

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